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Finlândia Pinguim de Mgalhães

Armando

Nascido em 1929 em Vitória, Armando Costa Rocha é capixaba por nascimento e ternura, carioca por temperamento, cidadão do mundo por escolha. Viveu em Vitória até aos 10 anos de idade e na “Cidade Maravilhosa” até aos 40. Depois, perambulou pelo mundo, visitando 70 países, nos quatro continentes, com o único objetivo de conhecer e compreender. É poeta por inspiração e estudante apaixonado de política internacional. Em 1999, em Brasília publicou livro, “As verdades nunca ditas sobre Kosovo”. Alguns anos mais tarde, já no Espírito Santo, em Vitória, publicou mais quatro livros, “Do outro lado da notícia”, “Um Capixaba pelo mundo” e “Reflexo no espelho I e II” (de poesias); em 2008, em Brasília, “Conscientização de uma realidade”. Entre 2002 e 2006, editor para a América Latina do jornal on-line Pravda.ru (em português). Escreveu vários artigos para “A Gazeta” (ES), “ES Hoje”, a “Primeira página”, “Jornal de Guaraparí”, idealizador e editor do “Socialismo Hoje” (DF). Depois de percorrer durante mais de 30 anos caminhos tortuosos e “nunca d’antes navegados”, encontrou temporariamente um tranquilo repouso em Guaraparí (ES).

Problema

 

Deixe-me chorar as lágrimas que estão presas

no lugar do coração em que mais sinto.

Deixe-me chorar antes que veja

a morte de um amor, um amor tão lindo.

 

 

Na separação que existe entre o homem e o humano

a união muitas vezes acontece.

Não como uma coisa querida pelos humanos

mas, que o homem faz e logo esquece!

 

No final dessa união, quem mais perde é o humano.

Pois enquanto o homem lhe dá o amor fingido,

o pobre do infeliz, sem saber enganado,

lhe dá o amor verdadeiro, lhe dá a sua vida…    

             

Armando Costa Rocha                 

                                                     

                                     

 

Hamburgo, cidade sem alma.

Motivo e inspiração: estou em Hamburgo no meio de milhares de pessoas e um movimento invulgar, misturado também de fluidos de pessoas com grandes problemas e decepções. Senti algo que me fez sentar em meu trailer no camping do porto e escrever essas palavras que chegaram de onde nem mesmo eu sei:

És grande, és forte. és poderosa!

Hamburgo nasceu e cresceu em desarmonia.

 

         Horas no apogeu, horas destruída a ferro e fogo,

         pelos que a odeiam.

         Hamburgo com suas indústrias.

         Hamburgo com seu famoso porto

         onde se agregam putas e cortesões,

         miseráveis e milionários,              

         normais e anormais.

         Hamburgo nos últimos anos cresceu

         mostrando sua opulência

         onde os ricos são seus donos

         e os pobres – os fracassados da cidade.

         Hamburgo não perdoa!

         Ou você é durão, desumano, calculista

         e  cego pelo dinheiro, ou você fracassa.

         Hamburgo não aceita em seu seio

         pessoas boas, caridosas e humanas.

         Hamburgo é uma cidade

         que só tem como objetivo o triunfo.

         Que morra a maioria, que sofram os fracos

         mas,  a cidade continua.

         Hamburgo cidade falsa, cidade perigo,

         cidade de aparente progresso

         e grandes decepções.

         Hamburgo, que mais faz sofrer do que viver!

         Hamburgo, em aparente calma, se mostra

         Hamburgo – cidade sem alma!  

   Armando C.Rocha

3. Filosofia humanística

filosofia 3Depois de cifrar o divorcio existente entre religião e humanismo, creio que poderemos agora nos colocar nos tempos atuais, onde a total falta de humanismo dos homens, e a infinidade de religiões nos mostra o TOTAL fracasso das últimas que, repetindo os ensinamentos de seus deuses, não conseguiram realmente atrair os homens para outro caminho.

Hoje, vemos guerra em muitos países, gastos de centenas de bilhões de dólares em armas e munições, e milhões de pessoas morrendo de fome. Hoje, vemos que a sociedade que deveria ser o nosso exemplo, “resolveu” de vez o antiquíssimo problema da patifaria dos homens casados que deixavam seus filhos e mulheres em casa e procuravam amantes, continuando suas vidas de solteiros.  Como?  Em vez de sociedade decretar, com o total apoio da justiça que, TODOS os maridos patifes, encontrados em flagrante com amantes, perderiam TODOS os seus bens, entregando os aos filhos e a esposa (com isso, afastando qualquer possibilidade de caçadoras de maridos, pois não lucrariam nada com isso); ela, a sociedade corrupta e carcomida, aceitou que, as mulheres casadas terão os mesmos “direitos” dos homens, ou seja, também podem ser patifes, e terem seus amantes. Esse é o mundo em que vivemos! Essa é a sociedade, que com uma só penada, cria milhões de novas prostitutas, e termina definitivamente com a família, criando ainda com sua atitude milhões de novos jovens drogados e socialmente desajustados.

Humanismo? Será que o homem está voltando às origens? Será que o homem bárbaro e primitivo vai ser também o último degrau na nossa escala evolutiva, antes de chegarmos ao fim? Infelizmente, as outras nações não ficam devendo nada a essa pouca vergonha da sociedade brasileira.

Desrespeitando decisões da ONU, as nações livres são invadidas! Países livres são ameaçados, sem ser chamado à ordem! Deputados e senadores, descaradamente são subornados, e ninguém considera o fato, um erro! Os governos corruptos são considerados normais; e os governantes que querem criar situação em que os pobres sejam mais considerados e tenham melhor futuro, são perseguidos e apontados como perigo para a ordem e para a democracia no mundo.

Humanismo NÃO! Cinismo SIM! O momento atual é um dos mais, para não dizer o mais negro, na historia da “civilização”, onde não conseguimos mais encontrar o que se poderia chamar de Humano.

Armando Costa Rocha

2. Filosofia humanística

thinkerprofPara muitos ou quase todos os filósofos fugir de analisar o principio tornou se uma regra, ao compreenderem que estariam fadados a apresentar o homem como um dos piores, ou o pior animal sobre a face da terra. Vou tentar continuar a minha análise do principio, onde serei guiado pela intuição e ajudado por quem sempre me ajudou.

Temos então uma besta “humana”?  Ou só uma besta? Os milênios foram passando, e eis que a besta, desconfiando de que não devia continuar a ser o que era (apesar de não saber o que era), inspirada por alguém ou alguma coisa, principiou a considerar-se filho de um ente superior.  Estava assim, sem muito teatro ou declaração bombástica, começando a surgir, o que mais tarde levaria o nome de religião. É exatamente assim a religião foi descrita no “Dicionário Michaelis” – serviço ou culto a DEUS ou a uma divindade qualquer.

Os milênios passando e o homem, degrau por degrau, conseguindo camuflar os seus instintos bárbaros, e, evoluindo materialmente, passou a se abster de pensar com humanismo nos seus semelhantes. O “eu”, “eu” e “eu” sempre foi o mais importante para o homem; que já tinha há milênios essa tendência egoísta de viver. Creio que a frase real que deveria ser dita nessa época, seria, “tudo para mim, e o resto que se dane!”.

As religiões foram surgindo, para ajudarem aos homens a melhor camuflar as suas tendências egoístas. Os religiosos sempre tinham cuidado, para não falarem sobre as reais tendências dos homens; perdoando-os dos pequenos, médios e grandes pecados, achando-os naturais.

Os grandes e poderosos, passaram a ter a certeza que tinham um cúmplice, ou sócio, nas organizações religiosas; que passaram por isso, graças a eles, a se tornarem também ricas e poderosas.

Estou dando um pobre exemplo do que se passou desde que o homem bárbaro chegou a terra, e como se transformou em “civilizado”, com a ajuda das religiões.

A filosofia humanística tem como diferença das outras filosofias, tentar dar menos possibilidades aos descrentes da verdade de terem algum argumento de peso quando as minhas palavras seriam seriamente contestadas.

 Aos diversos filósofos religiosos: por que vocês nunca falaram seriamente em humanismo? Por que para vocês, o ser ou não religioso é como o ser ou não ser humano, apesar de vocês saberem que a religião e o humanismo, não andam nunca de mãos dadas.

Armando Costa Rocha

Animal irracional ou incapacidade de raciocinar?

PraiaDesde que nasci, aprendi que o homem é o único animal racional sobre a face da Terra. Com o passar do tempo e a vontade de procurar sempre a verdade encontrei-me, de repente, numa confusão mental das grandes e entre muitas dúvidas sobre o racional cheguei à conclusão que o homem raciocinava, mas como a maior parte dos animais, tinha o seu limite.

Não quero com isso ofender os homens, mas lembrar aos mesmos que só poderemos ser os únicos racionais, se não considerarmos os outros com a menor potência.

São muitas as provas da nossa incapacidade de realizarmos coisas racionais, mas basta citar uma para que o caro Leitor se confundir. Por que o homem com toda a sua capacidade e “inteligência” não consegue viver em paz?

A felicidade nos foi dada de graça e com possibilidade de distribuí-la por todos os habitantes da Terra; a Natureza com sua inesgotável beleza. O mar, o céu e o nosso coração com ânsia de amar! Mas, o homem não aceita o que tem de graça e procura a felicidade em coisas efêmeras. Procuramos nos mostrar aos outros artificialmente, com novas roupas, novas casas, novos carros, escondendo sempre os nossos reais objetivos. Vivemos a vida tentando enganar os nossos semelhantes e odiando-os quando nos sentimos enganados.

A Natureza – já destruímos…

O Céu – continuamos tentando…

Depois de conhecer o homem você entende tudo isso, mas o difícil é entender o porquê  ele se considera o único animal racional?

Armando Costa Rocha

1. Filosofia humanística

humanismoSem nenhuma pretensão, creio que a filosofia humanística deve ser criada, e não ser só um ramo da filosofia. A razão é que o humanismo é uma matéria muito pouco comentada ou procurada pelos filósofos ou outro qualquer ramo das ciências, pois é uma matéria que só diz respeito à espiritualidade, e daí o pouco interesse por ela; pois como diz um dos meus amigos “intelectuais”, não dá dividendo! Realmente não conheci nenhum filosofo, incluindo os religiosos, que se interessasse por humanismo, como se religião e humanismo não devessem andar juntos.

Adoro confessar a minha ignorância, e com isso mostrar que existe um Cosmos, ou alguém que me guia. Acabava de escrever, “como se religião e humanismo não devessem andar juntos”, e, poucas noites depois recebo inspiração, e a base de TODAS as explanações que darei sobre a filosofia humanística. Continuemos, pois, pensando, meditando, analisando, sem levar em consideração a possibilidade do acatamento ou não, por vocês, das VERDADES ditas com simplicidade e franqueza, onde a lógica é o forte.

PRINCIPIO: de acordo com TODAS as informações, passadas pelos compêndios, o homem, religioso ou não, nasceu bárbaro, na máxima expressão da palavra; tanto os homens reais, das cavernas ou os homens da Bíblia, Caim e Abel. Analisemos agora, sem pretensões ou objetivos delineados por nós em defesa de nossas tendências religiosas ou históricas.

Antes de TUDO, chamo a atenção para o fato, de que, para mostrar o que sabemos e ao mesmo tempo procurar não ofender ninguém com nossas declarações, é melhor não continuar, pois nossas escritas serão vazias e insípidas, até para nós mesmos.

A minha tese – que por mais que não queira revelar por vários motivos, incluindo as pressões inerentes ao meu conhecimento de tudo através de livros e mestres, não poderia deixar de falar sobre ela – é que não somos filhos de DEUS! Pelo menos do DEUS que todas as religiões apregoam, como o representante maior de Amor e Justiça,

É tão simples chegar a essa conclusão, como somar “um mais um e chegar à conclusão, dois!”.

O estudo do humanismo, que para muitos, como no dicionário da língua portuguesa de Michaelis, é a definição da humanidade, não foi aceito por mim; pela lógica de que, a “humanidade” poderia ter outra significação, já que desde o principio demonstramos ser desumanos. No mesmo dicionário a palavra “humanidade” é descrita como “sentimento de clemência de um ser por outro, ou compaixão”.

Armando Costa Rocha

O Carnaval é isso…

Logo carnaval sem fomeTodas as nossas ações deveriam ser pensadas e analisadas. Será que Você já pensou realmente no Carnaval como um ato de falta de humanismo, individualismo imoral ou falta de espírito cristão? O meu objetivo, na apresentação da série “Conscientização de uma realidade”, é mostrar que erramos muitas vezes por não analisarmos os nossos atos individuais e coletivos.

O Carnaval é levado em conta como um espaço de tempo, durante o ano, em que TODOS deveriam se divertir, esquecendo por pouco tempo os problemas do ano. Mas… é só isso? É só brincar, esquecendo os parentes necessitados, os amigos em igual situação ou o conterrâneo que está numa pior? Como já diziam os entendidos, um país é como uma grande família e Você, queira ou não, faz parte dela.

Vamos agora analisar o que se passa com essa grande família nos dias de Carnaval. Uma grande parte dela mora no interior distante onde, por milagre, chega água potável e onde, como se diz na gíria “o diabo perdeu as botas”; sendo a subnutrição a causadora de doenças (e até de mortes) de centenas de milhares de crianças. Ou a família mora em favelas, ou em choupanas prestes a desabar com as chuvas de verão.

ATENÇÃO: os gastos TOTAIS com o Carnaval, em TODO o Brasil, dariam para construir uma boa casa para TODAS as famílias necessitadas do país.

Continuemos: grande parte da família sai de casa para vender nas estradas água mineral, Coca-Cola, biscoitos e outras coisas mais para poder alimentar um filho doente ou para ajudar à família, ou ainda para gastos no próprio Carnaval, dependendo de sua noção de responsabilidade.

Existe nesses dias uma doença que cega o nosso povo, fazendo-o mais individualista e materialista do que realmente o é. Nessa grande família chamada Brasil o povo chega ao ponto mais baixo de seu humanismo esquecendo que enquanto ele brinca e se diverte, no quarto ao lado muitas crianças não têm um teto descente para dormir (muitas delas, doentes) e milhões de mães se desesperam por verem os seus familiares na miséria.

Mas, no quarto ao lado a batucada não para, as escolas de samba desfilam para deleite de menos de 5% da família – que beneficiada pela sorte, roubo ou corrupção, nada em dinheiro fácil!

De tudo isso surge uma pergunta. O povo brasileiro, essa grande família, dividida em mundo miserável, mais ou menos miserável, pouco miserável e rico, sabe o que está fazendo? Ou ainda, a maioria absoluta da família não chegou à conclusão de que no Carnaval ela samba, gastando sua pouca energia para agradar somente aos ricos que assistem de camarote, amplamente apresentados em especial pela TV, essa cambada de otários dançando!

ATENÇÃO: os estudos feitos na ONU concluem que para a classe média brasileira se comparar à classe pobre finlandesa precisará levar uns 310 anos!  Sim!…ANOS!