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Filosofia

Misticismo oriental é semelhante à ciência moderna

Em "O Tão da Física", o físico austríaco Fritjof Capra investiga as semelhanças entre conceitos da ciência moderna e ideias do misticismo oriental.

"A física moderna confirmou de forma dramática, uma das ideias básicas do misticismo oriental: a de que todos os conceitos que utilizados para descrever a natureza são limitados, e não são características da realidade, como entendemos a acreditar, mas criações de nossa mente, partes de um mapa e não do território. Sempre que expandimos o reino de nossa experiência, as limitações de nossa mente racional tornam-se evidentes, levando-nos a modificar, ou mesmo a abandonar, alguns de nossos conceitos", explica o cientista.

Fonte: Livraria da FOLHA – 11/08/2011

O inconsciente na filosofia de Erich Fromm

Fromm se vê profundamente ligado a pensadores como o filósofo judaico Maimônides, como a Cohen e Cassirer, Aristóteles, Espinoza e Marx, mais tarde também a Tomás de Aquino.

Fromm haure do pensamento destes, mas chama a atenção que ele cita principalmente aqueles escritos onde articulam o ser humano como atuante.

As éticas das virtudes de Aristóteles, Tomás e Espinoza, além do Marx dos Manuscritos Econômico-filosóficos são onipresentes no pensamento de Fromm, não a filosofia como uma abstração do ser humano concreto.

O interesse norteador da filosofia como ciência do homem de Fromm é sempre o ser humano concreto, não o pensar ou a consciência enquanto tal, ou a questão sobre as condições da possibilidade do pensar ou da consciência.

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Por que ler Nietzsche?

Dentre os clássicos da filosofia moderna, Nietzsche talvez seja o pensador mais incômodo e provocativo. Sua vocação crítica cortante o levou ao submundo de nossa civilização, sua inflexível honestidade intelectual denunciou a mesquinhez e a trapaça ocultas em nossos valores mais elevados, dissimuladas em nossas convicções mais firmes, renegadas em nossas mais sublimes esperanças. Essa atitude deriva do que Nietzsche entendia por filosofia. Para ele, filosofar é um ato que se enraíza na vida e um exercício de liberdade.

O compromisso com a autenticidade da reflexão exige vigilância crítica permanente, que denuncia como impostura qualquer forma de mistificação intelectual. Por isso, Nietzsche não poupou de exame nenhum de nossos mais acalentados artigos de fé. O destino da cultura, o futuro do ser humano na história, sempre foi sua obsessiva preocupação. Por causa dela, submeteu à crítica todos os domínios vitais de nossa civilização ocidental: científicos, éticos, religiosos e políticos.

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