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Vitória-ES Rhodes, Grécia

Ao Dr. Rogério Brandão (Saudade…, é o amor que fica)

Tradução do artigo por alguém que, como o anjo do Dr. Rogério Brandão, passou muitos anos,  dos três aos sete anos de idade, chorando quase que diariamente, apesar de gozar de ótima saúde e ter nascido em uma família rica.

Devido aos fatos contados e materialmente analisados, não tive outra saída do que a de mostrar outra versão dos fatos acontecidos, tendo como base os próprios, vistos espiritualmente.

“Um Anjo passou por mim” escreve Dr. Rogério, “calejado já com 11 anos de exames e injeções…! Mas nunca vi meu Anjo fraquejar. Já o vi chorar sim, muitas vezes, mas não via fraqueza em seu choro”. (Doutor, o Senhor nunca imaginou que ele chorava, por motivo totalmente desconhecido por Você?).

“Via medo em seus olhinhos, algumas vezes”. (O Senhor nunca imaginou que era de Você e seus colegas, o conjunto insensível de pessoas trabalhadoras que não têm tempo para sentir os problemas dos outros, pois os seus são suficientes, que ela sentia medo?)

“Mas via confiança e determinação”. (Ela sabia que breve sairia dessa vida, deixando para traz pessoas materialistas e insensíveis, como o Senhor).  “Ela entregava o bracinho à enfermeira, e com lagrimas nos olhos (por sentir a insensibilidade da enfermeira, e mesmo assim querer ajudá-la a viver a vida que ela não aturava) dizia: faça tia, é preciso para eu ficar boa!”.  (Sabendo que graças a Deus, não iria ficar boa!).

“Um dia cheguei ao hospital de manhã cedinho e encontrei o meu anjo sozinho no quarto (comprovação da insensibilidade dos que faziam parte do mesmo). Perguntei pela mãe. E comecei a ouvir uma resposta que ainda hoje não consigo contar sem vivenciar profunda emoção. Meu anjo respondeu: Tio, às vezes minha mãe sai do quarto para chorar escondida aos corredores. Quando eu morrer, acho (“achar” – uma palavra fortíssima para alguém como o seu Anjo; profundo conhecedor dos que viviam em contato com ele) que ela vai ficar com muita saudade de mim. Mas eu não tenho medo de morrer, tio Eu não nasci para esta vida!”.

(Sim Dr. Rogério, ela passou a mensagem que o Senhor não entendeu! É! Você fazia parte da vida materialista e objetiva, sem AMOR, e que ela não suportava viver!).

“Indaguei: e o que a morte representa para Você, minha querida? Olha tio, quando a gente é pequena, às vezes vamos dormir na cama do nosso pai e, no outro dia, acordamos em nossa própria cama, não é? Lembrei-me das minhas filhas, na época crianças de seis e dois anos, com elas, eu procedia exatamente assim. – É isso mesmo!”.

(Doutor! Confirmava Você, com essa resposta para o Anjo, que como Todos os pais, o Senhor esquecia também dos seus anjos – suas filhas também foram anjos – e nas horas que mais elas sentiam abandonadas – à noite – foram deixadas longe dos pais, para que eles pudessem fazer sexo.)

 Fui analisando tudo o Senhor escreveu, pouco a pouco, e somente no fim do texto, tive a confirmação de que não me enganei na minha análise! Simplesmente Você provava, com suas respostas e perguntas, que era igual a Todos os pais, e por isso fazia parte do mundo em que o seu Anjo não queria viver!

”Um dia eu vou dormir e o meu Pai vem me buscar. Vou acordar na casa Dele, na minha vida verdadeira!”. (E o que era para ela a “vida verdadeira”? É a que ela, AMOR, ou anjo para você, fica permanentemente ao lado de seu Pai também, AMOR).

(O Anjo estava lhe passando uma simples mensagem, que o desamor dos pais impede aos anjos terem vontade de viver no mundo dos adultos).

“Fiquei chocado não sabia o que dizer!”. (Chocado com a “maturidade” – em lugar da palavra “maturidade”, o Dr. Desconhecedor do que é AMOR, coloque a palavra AMOR, e a continuação de sua frase… esqueça!).

“E minha mãe vai ficar com saudades – ela emendou”. (Saudades do AMOR; a filha – AMOR deixando para a mãe, saudades. Ela amava a mãe que, comprovado em suas palavras no fim do artigo, nunca lhe AMOU!).

“Emocionado, contendo uma lagrima de emoção e um soluço, perguntei: e o que saudade significa para você, minha querida?”.

“Saudade é o AMOR que fica!”.  (O AMOR ficou só para a mãe; o resto foi o mundo em que ela não queria vive, por falta de AMOR. Se a mãe mereceu receber este lindo AMOR ou não, não podemos julgar, mas podemos ter certeza de que a mãe vai ter muita saudade dele, do Anjo).

“Hoje aos 53 anos de idade, desafio qualquer um achar uma definição melhor, mais direta e simples para a palavra saudade – é o AMOR que fica!”.

“Meu anjinho já se foi há longos anos. Mas, deixou-me uma grande lição que ajudou a melhorar minha vida, a tentar ser mais humano e carinhoso com meus doentes, e, repensar meus valores”. (Ainda não repensados!). “Quando a noite chega, se o céu está limpo e vejo uma estrela, chamo pelo “meu anjo” que brilha e resplandece no céu”.

Como foi triste a sua experiência Dr. Rogério! Se realmente Você tivesse algo no coração, Você teria AMADO essa pobre criatura, tão necessitada de sentimento, o que ela expressou com mensagens sofredoras como, “Eu não nasci para essa vida”.  Mas, infelizmente para ela, nessa hora, Você foi um dos algozes!  Imagine como Você era nessa época em que ela passou por aí?  Você próprio confessa, tentando ser mais humano”, e eu, depois de suas palavras, risco a palavra, mais”! Você estava tentando ser pelo menos “humano”.

Decepcionado por ver um anjo passar pelo inferno, prefiro terminar dizendo-lhe que, você NUNCA sentirá saudades dele, pois ele não conseguiu, apesar de seu grande coração, lhe deixar o AMOR, tão necessário para que Você viesse a sentir SAUDADE. E se ele não deixou o AMOR, não foi porque ele não quis deixá-lo para Você, mas porque Você não o conhecia!

Para lhe ajudar a me entender leia, por favor, o meu livro, “Falando com as paredes” que está publicado no site. Nele mostro o que os anjos sentem, quando pequenos e depois, muito depois, já adultos, quando o destino lhes reserva uma missão (tirando a felicidade de morrer como o seu Anjo, jovens) e eles, continuando a chorar cumprem-na!

Creio que depois de ler o meu livro, Você entenderá Tudo o que eu disse.

Fonte: Armando Costa Rocha

 

3 respostas a Ao Dr. Rogério Brandão (Saudade…, é o amor que fica)

  • Tatianny disse:

    É COMO SE A PRÓPRIA MORTALIDADE FOSSE DESMITIFICADA, ELA NÃO ESPERA UMA CONSEQUÊNCIA RUIM COM A MORTE, PORQUE DESCONHECE A EXPERIENCIA, ENTÃO A ASSOCIA A COISAS BOAS,A UM MOMENTO POSTERIORI QUE NÃO SEJA AGONIZANTE, RUIM O A SEM TEMER. É UMA MISTURA DE MATURIDADE PRECOCE COM PUREZA DE INFÂNCIA, PARA QUE NO FINAL ELA PENSE QUE VAI ACORDA “EM SUA VIDA VERDADEIRA” ISTO É, TUDO QUE ELA VIVE É UMA ETAPA PARA ALGO MELHOR. É DE SE EXTRAIR UM GRANDE ENSINAMENTO COM TÃO POUCAS PALAVRAS! ” SAUDADE: É O AMOR QUE FICA!

  • augusto rocha ewald disse:

    Ou seja não conseguiu receber de fato o calor da menina nem passar este calor de forma correta já que apenas se apavorou com pequena amostra da realidade .

  • augusto rocha ewald disse:

    Caro Armando, de fato o verdadeiro amor não ocorreu ,mesmo o médico ter passado por esta experiencia , apenas conseguiu enxergar a realidade que ele não viu , não via e nem exergava.

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